Verão exige atenção com a pele: prevenção, tecnologia e responsabilidade médica ganham protagonismo na dermatologia
![]() |
| Foto: Divulgação |
Dermatologista alerta para os principais
cuidados que fazem a diferença na saúde da pele no verão
Rio de
Janeiro, janeiro de 2026 – Com
a chegada do verão, a pele passa a ser submetida a um conjunto de agressões que
vai muito além do Sol intenso. Calor excessivo, aumento da sudorese, maior
exposição à radiação ultravioleta, contato frequente com água do mar e piscina
e mudanças na rotina de cuidados criam um cenário propício para o surgimento ou
agravamento de problemas dermatológicos. Nesse contexto, a SegMedic, rede de clínicas ambulatoriais do
Rio de Janeiro, compartilha cuidados essenciais para a saúde, prevenção e
qualidade de vida.
O crescimento do
interesse pela área acompanha uma transformação mais ampla: hoje, o
dermatologista atua de forma integrada em frentes que vão do diagnóstico
precoce de doenças graves, como o câncer de pele, até o manejo de condições
crônicas, como psoríase e dermatite atópica, passando por procedimentos
estéticos cada vez mais seguros e baseados em evidências científicas. No verão,
essa atuação ganha ainda mais relevância diante do aumento dos casos de
queimaduras solares, manchas, melasma, infecções de pele e lesões suspeitas.
Segundo a
dermatologista Dra. Giovanna Ottati, parceira da Segmedic, o período exige que
a população entenda a proteção solar como um cuidado diário e não apenas
sazonal. “Quando o assunto é pele, segurança vem antes da estética”, afirma a
especialista, ao alertar para os riscos de procedimentos feitos sem orientação
médica adequada, uma preocupação que cresce justamente nos meses em que a busca
por resultados rápidos aumenta.
Nesse cenário, a
especialista aponta alguns cuidados que ganham papel central durante o verão:
·
Encarar a proteção
solar como uma hábito diário, e não apenas como algo ligado à praia ou à
piscina
·
Reaplicar o protetor
solar ao longo do dia, especialmente após suor excessivo ou contato com a água
·
Usar roupas com
proteção UV e acessórios como chapéus e óculos escuros.
·
Observar a própria
pele com atenção, identificando manchas novas, pintas que mudam de formato ou
feridas que não cicatrizam
·
Evitar procedimentos
estéticos sem avaliação médica, principalmente em ambientes sem estrutura
adequada e fora do contexto dermatológico.
O Brasil está
entre os países com maior incidência de câncer de pele no mundo, e o verão é um
dos períodos mais críticos para a prevenção. Avanços em rastreamento, como a
dermatoscopia digital e o mapeamento corporal de pintas têm permitido
identificar alterações precoces com maior precisão. Além disso, terapias menos
invasivas e técnicas cirúrgicas mais conservadoras têm ampliado as
possibilidades de tratamento, reduzindo impactos estéticos e funcionais.
Procedimentos
estéticos
Ao mesmo tempo,
cresce a demanda por procedimentos estéticos nesta época do ano, impulsionada
por padrões irreais de beleza difundidos nas redes sociais. Entre jovens, a
exposição constante a filtros e imagens editadas tem alimentado expectativas
distorcidas e uma busca precoce por intervenções que nem sempre são
necessárias. Para a Dra. Giovanna, cabe ao dermatologista exercer um papel
técnico e ético, orientando, impondo limites e reforçando que a saúde da pele
deve sempre preceder qualquer pressão estética.
O
desenvolvimento de tecnologias também trouxe ganhos importantes para os
cuidados no verão. Lasers mais seletivos, peelings adaptados a diferentes
fototipos e bioestimuladores de colágeno com maior perfil de segurança permitem
tratar manchas, flacidez e irregularidades de textura com menos tempo de
recuperação. Ainda assim, fica o alerta para a necessidade de diferenciar
inovações respaldadas por ciência de promessas sem comprovação.
Outro avanço
relevante é o olhar mais atento para a diversidade de tons e tipos de pele.
Protocolos específicos para peles negras e pardas, filtros solares que não deixam
resíduo esbranquiçado e abordagens mais cuidadosas em procedimentos
ajudam a reduzir riscos de hiperpigmentação, um problema que tende a se
intensificar no verão.
Doenças
dermatológicas crônicas - agravamento no verão
Para além da
estética, a dermatologista da SegMedic ainda ressalta que doenças
dermatológicas crônicas também exigem atenção redobrada na estação mais quente.
Calor e suor podem agravar quadros de dermatite atópica, psoríase e outras
condições inflamatórias, afetando sono, bem-estar emocional e convívio social.
A chegada de medicamentos imunobiológicos e terapias-alvo revolucionou esse
cenário, permitindo um controle mais efetivo dos sintomas e uma melhora
significativa na qualidade de vida dos pacientes.
Diante desse
panorama, a dermatologia contemporânea se posiciona como uma especialidade
estratégica para o verão, integrando prevenção, tecnologia e cuidado
humanizado. “A dermatologia moderna não é apenas sobre ‘pele bonita’, mas sobre
saúde, prevenção, autoestima e qualidade de vida”, destaca a Dra. Giovanna.
Em um período em
que a exposição aumenta e os riscos se multiplicam, a mensagem central é clara:
cuidar da pele no verão vai muito além do bronzeado. Trata-se de uma escolha
diária por proteção, informação de qualidade e acompanhamento profissional:
pilares que garantem não só resultados estéticos mais seguros, mas
principalmente uma relação mais saudável e consciente com o próprio corpo.
Informações
à imprensa
Seven PR | Segmedic@sevenpr.com.br

Comentários
Postar um comentário