Últimos dias para visitar a exposição “Uma história da arte brasileira”, em cartaz no CCBB Brasília até 8 de fevereiro
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| Foto: Divulgação |
Exposição com acervo do MAM Rio convida o público a
aproveitar a última oportunidade de ver ou rever um importante panorama da arte
brasileira desde 1910
Entra na reta final, no CCBB
Brasília, a exposição Uma história da arte brasileira, que
permanece em cartaz até 8 de fevereiro. Com cerca de cem obras do acervo do
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio), a mostra oferece ao público
brasiliense a última oportunidade de ver — ou rever — um dos mais abrangentes
recortes da arte moderna e contemporânea do país, reunindo diferentes gerações,
linguagens e momentos históricos em um único percurso.
Instalada no térreo e no subsolo
da Galeria 1, a exposição apresenta pinturas, esculturas, fotografias, gravuras
e trabalhos conceituais que ajudam a compreender como a arte brasileira se
transformou ao longo dos séculos 20 e 21. O percurso é organizado em cinco
núcleos cronológicos, que atravessam o Modernismo, o Concretismo, as
experimentações das décadas de 1960 e 1970, a diversidade da produção a partir
dos anos 1980 e a fotografia contemporânea, oferecendo uma leitura clara,
acessível e instigante para públicos de todas as idades.
A proposta curatorial parte da
construção de um percurso amplo e sensível pela arte brasileira, reunindo obras
fundamentais de artistas que, ao longo dos últimos cem anos, redefiniram o que
a arte pode expressar, provocar e fazer sentir. Ao articular linguagens
diversas e acessíveis, a exposição apresenta criações que contam histórias,
estimulam a imaginação e promovem novas maneiras de perceber o mundo ao redor,
transformando a visita em uma experiência formativa, afetiva e reflexiva.
Com a volta às aulas, a exposição também se consolida como um importante espaço
de apoio à formação de estudantes e educadores. O programa educativo do CCBB
oferece visitas mediadas para grupos escolares, universitários e
instituições, mediante agendamento, de terça a sexta-feira. As escolas
públicas contam ainda com transporte gratuito, e os
professores recebem previamente um material pedagógico que amplia e qualifica a
experiência. Conduzidas por educadores do Rolê Cultural, as visitas promovem o
diálogo e a troca de saberes a partir das características de cada grupo. O
agendamento é gratuito e pode ser feito pela plataforma Mediato Conecta, no
site conecta.mediato.art.br.
O caráter formador da exposição
está diretamente ligado à própria trajetória do Museu de Arte Moderna do Rio de
Janeiro. O MAM nasceu como um museu-escola, e sua missão educativa está na
própria formação do acervo, pensado desde o início como espaço de aprendizado,
experimentação e produção artística.
Segundo Yole Mendonça,
diretora-executiva do MAM Rio, “desde 1958, ano da inauguração de seu edifício
sede, artistas experimentam linguagens artísticas no próprio museu, em diálogo
com aulas e processos formativos, ao lado de trabalhos fundamentais das décadas
anteriores. Esse conjunto permite compreender continuidades, rupturas e debates
centrais da arte brasileira”, explica.
Yole Mendonça afirma, ainda, que
“na mostra, o público encontra obras que literalmente contam essa história --
muitas delas conhecidas dos livros didáticos. Vê-las de perto é uma
oportunidade rara de ampliar a experiência e o entendimento da arte no Brasil”.
Entre os artistas presentes na
mostra estão nomes centrais da produção nacional, como Candido Portinari, Di
Cavalcanti, Hélio Oiticica, Lygia Clark, Lygia Pape, Tomie Ohtake, Amílcar de
Castro, Beatriz Milhazes, Leonilson, Luiz Zerbini, Sebastião Salgado, Sérgio
Camargo, Thiago Martins de Melo e Tunga, entre muitos outros. A diversidade do
conjunto reforça o caráter formativo da exposição, que dialoga tanto com
especialistas quanto com visitantes em seu primeiro contato com a arte.
Com entrada gratuita,
classificação livre e um acervo de grande relevância histórica, Uma história da
arte brasileira se despede de Brasília como uma oportunidade singular de
formação cultural, convidando o público a aproveitar seus últimos dias para
aprofundar o contato com a arte e com a história do país.
Sobre o MAM Rio
O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro promove
experiências participativas e inclusivas a partir da arte. Fundado em 1948 com
a premissa de ser um museu-escola, é referência como plataforma de criação e
formação para artistas e públicos, alcançando diferentes gerações e
territórios. O MAM Rio é responsável por um extenso acervo de arte moderna e
contemporânea, com focos na arte brasileira e em fotografia. Atualmente, abriga
três coleções de artes visuais, com um total de cerca de 16 mil obras.
As exposições do MAM Rio propõem relações entre artistas
de diferentes gerações, conectando passado e presente em todas as linguagens e
manifestações, pautados por temáticas diversas e equitativas do mundo e do
fazer artístico.
O prédio do MAM Rio no Parque do Flamengo, desenhado por
Affonso Eduardo Reidy e com jardins projetados por Roberto Burle Marx, virou
referência para a arquitetura mundial. O museu e seu entorno oferecem um espaço
de convivialidade e experimentação que impulsiona processos de troca, circulação,
vivências e cultura.
Horário da van – De
quinta-feira a domingo:
Biblioteca Nacional – CCBB: 13h,
14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h. | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30,
14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.
SERVIÇO:
Exposição: Uma história
da arte brasileira
Curadoria: Raquel Barreto e Pablo Lafuente
Data: até 08 de fevereiro de 2026
Local: CCBB Brasília
Endereço: Asa Sul Trecho 2 - Asa Sul, Brasília – DF
Tel: (61) 3108-7600
Website: https://ccbb.com.br/
Instagram: @ccbbbrasilia
Ingressos: podem ser retirados gratuitamente na bilheteria do CCBB
ou no site,
Classificação: livre
Horários de visitação: terça a domingo, das 9h às 21h, com entrada nas galerias
até 20h40
Rolê na Exposição
Voltada para escolas e grupos, a
visita é um convite ao olhar coletivo com escuta, troca e reflexão sobre as
obras, os artistas e os conceitos presentes nas exposições. Escolas públicas
podem ter transporte gratuito para as visitas.
Data: Terça a sexta-feira: às 9h,
10h, 10h30, 14h, 15h e 19h. Sábados, às 9h. Os horários de 9h, 14h e 15h são
duplos, permitindo agendamento de 88 pessoas.
Duração:
1h30
Capacidade: 44
pessoas
Classificação:
Livre
Ponto de encontro: Sala do
Educativo
Agendamento: conecta.mediato.art.br

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