Festa da Embaixada do Quênia

                                                                                                                             Foto: Michelle Souza
Na quinta-feira (2/12) à noite, Ela Fala Dos Bastidores compareceu ao jantar em comemoração à Independência do Quênia, no espaço Dúnia City Hall, em Brasília. Este povo tem uma história de guerra, luta e de uma população que nunca tirou alegria e o sorriso do rosto. As duas línguas oficiais são o inglês e o kiswahili, utilizadas em diferentes graus de fluência para a comunicação com outras populações.
Logo na entrada, fomos muito bem recepcionados pelo Embaixador, Peter Kirimi Kaberia, que logo depois fez seu discurso em inglês no qual uma interprete o traduzia. Em meio à sua fala, agradeceu ao Brasil por tão bem recebê-los e pelo carinho pelo seu país. Éramos muito bem tratados pelos organizadores do evento, não deixando de fora os garçons, que passavam sempre com um sorriso no rosto e cordialidade quando nos serviam.
Logo em seguida, seguimos a outro salão onde foi nos servidos o jantar, dividido em duas áreas, uma de comida brasileira e outra de culinária típica queniana. Claro que não pensei duas vezes: fui para a mesa de comida típica do país; que delícia. Na fila conversei com uma simpática moça da África do Sul, em inglês, e às vezes arriscava um português explicando o que era cada higuaria. E sempre falava: “Experimente esse aqui porque vai gostar” (rsrs).
Quênia, oficialmente República do Quênia, é um país da África Oriental, limitado a norte pelo Sudão do Sul e pela Etiópia, a leste pela Somália. O país situa-se na Linha do Equador. O Quênia tem uma população de cerca de 45 milhões de habitantes, estimativas de 2014. O turismo é o maior contribuinte para o crescimento económico do e é atualmente o setor de maior renda do país, seguido por flores, chá e café.
O Quênia tem uma cultura predominantemente popular e multifacetada em virtude de um número extraordinário de tribos diferentes (cerca de 70), como os masai, os cambas, os quicuios e os calenjins. Em todo o país, se dá grande importância às jóias, destacando a prática da arte das pérolas de cristal, na qual os masai e os kamba são autênticos mestres. Ali se encontrará uma rica variedade de instrumentos desde os tradicionais tambores, matracas e pinos "manuais" até artefatos de corda elaborados artesanalmente.
A gastronomia do Quênia tem como especialidade a carne nas zonas do interior e o peixe nas zonas costeiras. A carne costuma servir-se guisada ou grelada e pode ser de cabra, porco, vitela ou boi. Também tem frango e, em lugares autorizados, peças de caça menor. São típicas as kebabs de cabrito, salsichas de carne de vitela, o irio, picado de feijão, batatas e outras verduras, githeri, feijão, batatas e verduras sem picar, o matoke, piré de banana ao vapor e o ugali, consistente em uma bola de milho cocido aromatizada com leite, manteiga ou queijo, acompanhado de troços de carne e verdura. E eu confesso que o feijão com leite de coco não me saiu da cabeça e do paladar (MARAVILHOSO).
Os organizadores estão de parabéns! Povo alegre e lindo! Ela Fala Dos Bastidores agradece pela recepção. Segue o vídeo de como foi um pouquinho desta grande festa da independência:

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