Desde 2009 com a divulgação dos mais diversos eventos culturais de Brasília
Ok, O Lado Bom Da Vida
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Resolvi colocar para
tocarJohn Coltrane My Favorite Things (1961) enquanto escrevo. Não
irei escrever sobre ele, e sim falar de um filme que passou em 2012 e resolvi assistir
ontem (18). No elenco ator Bradley Cooper, Robert De Niro (que eu particularmente
admiro) e atriz Jennifer Lawrence.
Filmes baseados em livros me chamam atenção.O
Lado Bom da Vida não vendeu horrores mundo afora e é o primeiro
livro do autor. Indo mais além, seus protagonistas sofrem de certo, digamos,
problema mental. Ou seja, tirando o seu nome, o otimismo passa meio longe. Mas
é aí que está à essência da história ou não.
Na história criada por Matthew
Quick, Pat (Cooper) perdeu a cabeça diante de uma surpresa e acabou perdendo
também o trabalho, a casa e a esposa. Internado durante um tempo em um
sanatório, ele sai de lá, volta a viver na casa dos pais, mas acredita que
poderá recomeçar, bastando - para isso - reconquistar a ex-esposa. Mas uma
mulher chamada Tiffany (Lawrence) igualmente problemática surge na sua vida
através de um amigo e o futuro recém desenhado por ele já não tem o mesmo traço
do primeiro rascunho. A mulher lhe promete ajudar na tarefa de reconquista
a ex-esposa. Uma inesperada ligação começa a
uni-los.
Adaptado e dirigido
por David O. Russell (O Vencedor), o roteiro é
diferente do livro, é mais objetivo e funciona, mesmo que para alguns possa soar
previsível. Para quem leu, porém, existe uma perda significativa pois "o
cenário" aos olhos do protagonista é mais envolvente no livro.A história me chamou muita atenção em três aspectos
abordados, primeiro mesmo no auge da sua loucura você pode ser feliz, segundo
independente do problema que esteja passando você define o destino da sua vida
a sua história e é claro o amor aparece onde menos espera, apenas veja o sinal.
·Como;
·Com quem;
·E o que gostaria
de fazer.
A trilha sonora é bem
interessante, um cardápio com clássicos de Dave Brubeck Quartet ("Unsquare
Dance"), passando por Led Zeppelin, Bob Dylan e indo até sons mais atuais,
como "Fell in Love with a Girl", do The White Stripes. Além de
citações de Metallica e Megadeth como terapia para um casório chato, a
curiosidade vai para a música-paranoia que causa efeitos colaterais em Pat
(Essa parte confesso que achei hilário). No filme é "My Cherie Amour"
(Stevie Wonder), enquanto no livro é "Songbird" (KennyG), que é mais emblemática no quesito "mexer com a cabeça da
vítima".
Como dizem por aí: “De Louco Todo Mundo Tem Um Pouco”. Para quem não viu, Ela Fala Dos Bastidores recomenda.
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