Spotlight: Segredos Revelados


Eu assistir neste fim de semana ao filme “Spotlight: Segredos Revelados”. Fiquei curiosa depois que ele ganhou o Oscar de melhor filme. O longa é direção de Thomas McCarthy e o lançamento no Brasil aconteceu no dia 7 de janeiro de 2016.
Baseado em um fato real, o drama conta a verdadeira história da investigação ganhadora do Prêmio Pulitzer feita pelo jornal Boston Globe (muito respeitado), que viria abalar a cidade e causar uma crise em uma das instituições mais antigas e confiáveis do mundo. Quando o time de repórteres Michael Rezendes (Mark Ruffalo), Sacha Pfeiffer (Rachel McAdams), Walter Robinson (Michael Keaton), Marty Baron (Liey Schreiber) e Bem Bradlee Jr. (John Slattery), da tenaz equipe Spotlight, mergulha nas alegações de abuso de crianças por membros da Igreja Católica, a investigação de um ano desvenda décadas de encobrimento nos mais altos níveis dos estabelecimentos legais, religiosos e governamentais de Boston, desencadeando uma onda de revelações ao redor do mundo.
Nada de tiros ou ameaças, apenas brilhantes jornalistas investigativos com sede de desvendar a verdade e de alguma forma vingar aquelas crianças que já eram adultos na ocasião da reportagem de algo que deixou marcas profundas. Eu me arrepiava a cada cena e descoberta. Quem é jornalista e tem essa queda por jornalismo investigativo vai entender a emoção que passa quando vemos esse filme.
Realmente valeu o Oscar de melhor filme e vou dizer uma coisa, apesar de escrever muito sobre cultura e já ter trabalhado anos com política, confesso que o investigativo sempre me entusiasmou. Já fiz algumas matérias sobre mas nada tão grande. Confesso que sinto falta disso.
Juro que eu queria entrar na tela e ficar naquele filme para sempre. Mas vai ficar apenas na vontade. Os atores estão ótimos, o que mais se destacam no filme é o Michael Keaton que faz o chefe da equipe Spotlight e o ator Mark Ruffalo, um repórter completamente apaixonado e por sede de vingança.
O Vaticano em 2014 alegou haver aplicado sanções contra cerca de 3.500 religiosos nos últimos dez anos; os papas anteriores e atual amontoaram pedidos de desculpas. Para quem ainda não viu o filme corra e assista para entender o que aconteceu nessa história real sobre vários padres descobertos por envolvimento com pedofilia inclusive aqui no Brasil.

Segue o trailer do filme:




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