Ateliê de Histórias

 

Foto: Felipe Roehrig 

Teoria e prática entre oralidade e artes visuais para contação de histórias infantojuvenis

Formado em artes cênicas e com especialização em literatura infantojuvenil, o também artista visual Warley Goulart, coordenador de Os Tapetes Contadores de Histórias, é referência no Brasil e no exterior quando o assunto é contar histórias. Ao lado do coletivo, que neste ano comemora 25 anos de atuação, dá vida a histórias colhidas ao redor do mundo por meio de tapetes e painéis bordados à mão.

 

          Experiência e conhecimento que serão compartilhados em 12 horas de oficina ministrada entre os dias 23 e 26 de janeiro, sempre das 17h às 20h, na Galeria Principal da CAIXA Cultural Brasília. Espaço onde estão expostos trabalhos do coletivo e acontecem sessões de contação de histórias, dando assim a oportunidade de mergulhar na obra e trajetória de Os Tapetes Contadores de Histórias.

 

Gratuito, o minicurso é indicado a jovens e adultos, a partir de 14 anos, e destinado a contadores de histórias, professores, artistas, arte-educadores, psicólogos, sociólogos e arteterapeutas. As inscrições devem ser feitas em https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Programacao.aspx?idEvento=1242, e estão disponíveis 30 vagas.

 

Em Ateliê de Histórias, intercalando teoria e prática, participantes passarão por uma série de dinâmicas em torno das práticas narrativas, análise da estrutura e espacialidade dos contos e criação de suportes plásticos para contar histórias.

 

 

Exposição e sessões de contação de histórias

 

Na exposição “Viajando com os Tapetes Contadores” estão exibidas narrativas costuradas e bordadas à mão - pelo próprio grupo - em coloridos bonecos, vestimentas, tapetes, caixas, painéis e livros. A visitação, de terça a domingo, das 9h às 21h, é mediada por monitores, que incentivam mães, pais e crianças na experiência lúdica da leitura e da descoberta.

 

Enquanto de quinta a domingo e dentro da galeria, acontecem as sessões de contação de história sempre às 15h, quando os tapetes ganham vida na voz e interpretação dos integrantes. Entre os textos interpretados, estão contos de tradição europeia, africana, latino-americana e brasileira.

 

Fotos de divulgação:

https://bit.ly/ViajandocomTapetesContadores

 

Serviço:

 

[Artes Visuais e Cênicas] Viajando com Tapetes Contadores

Local: CAIXA Cultural Brasília

Endereço: SBS Quadra 4 Lotes 3/4

Visitação: até 3 de março de 2024
Horário: das 9h às 21h, de terça-feira a domingo

Bilheteria: entrada franca

Classificação: livre para todos os públicos

Acesso para pessoas com deficiência

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal - União e Reconstrução

 

Oficina de formação:

Ateliê de Histórias, com Warley Goulart

Dias: de 23 a 26 de janeiro (terça à sexta), das 17h às 20h

Número de participantes: 30, maiores de 14 anos

Inscrição: www.caixacultural.gov.br/Paginas/Programacao.aspx?idEvento=1242

 

Contação de histórias:

Dias e horário: de quinta a domingo, às 15h
Bilheteria: entrada franca, com senhas 1h antes de cada sessão

Lotação: 60 pessoas

Duração: 45 minutos

Sessões com tradução para Libras: dia 25 de janeiro

 

Sobre o grupo:

25 anos atrás, Os Tapetes Contadores de Histórias fundaram no Brasil um projeto singular de transposição do livro para a artesania têxtil e foi o primeiro coletivo nacional a promover exposições interativas dentro de galerias de arte. Se hoje editoras investem em mascotes de pano na promoção de livros, isto se deve ao legado que brotou da arte dos Tapetes Contadores. O grupo é referência internacional como pesquisadores sobre as intersecções entre texto e têxtil. Também é o grupo de narradores que mais representou o Brasil no exterior – atuando em 16 países, onde compartilhou histórias em inglês, francês, espanhol e português. Em 2003, o grupo realizou a primeira exposição de seu acervo no ainda chamado Conjunto Cultural da CAIXA, em Brasília e Rio de Janeiro. De lá pra cá promoveu 32 exposições interativas nas CAIXAS Culturais de todo país – iniciativa revolucionária que transformou a visão que se tem da arte para crianças no país. Em 2016, sua peça SHTIM SHLIM ganhou os prêmios de Melhor Espetáculo e Melhor Cenário no Zilka Sallaberry e Selo de Espetáculo Recomendado pelo CEPETIN. Em 2018, receberam o Prêmio Baobá, a mais importante premiação nacional para os fortalecedores da arte narrativa. Em 2022, com patrocínio do Instituto Cultural Vale, o grupo excursionou pela primeira vez pela Amazônia, realizando exposições interativas de seu acervo em comunidades indígenas e centros culturais das cidades de Belém, Igarapé-Miri e Marabá.


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